Covid-19: afinal, ainda existe grupo de risco?  

Prevenção e Controle

26/05/2021

No começo da pandemia, idosos e pessoas com comorbidades eram mais vulneráveis às formas graves da doença. Mas, com as novas variantes do vírus e a vacinação em curso, será que o grupo de risco da Covid-19 permanece o mesmo?

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Covid-19: afinal, ainda existe grupo de risco?  

Em março de 2020, o coronavírus acabava de chegar ao Brasil colocando em alerta a população e as autoridades de saúde. A grande preocupação, então, era com quem tinha a saúde mais frágil: idosos e pessoas com comorbidades, como cardíacos, diabéticos, obesos, pessoas com doenças pulmonares e renais e imunossuprimidos. 

Com o vírus circulando sem controle pelo país, ele se tornou mais resistente, agressivo e letal. Entre o fim do ano passado e o início deste ano, cientistas descobriram novas mutações e cepas do coronavírus. Com isso, os grupos de risco passaram a ser ampliados gradualmente. 

Hoje, o consenso entre especialistas de saúde é que a ideia de existir um grupo de risco para Covid-19 é obsoleta. Pessoas de todas as faixas etárias, independentemente de apresentarem comorbidades, estão vulneráveis a desenvolver quadros graves da doença. 

Chama a atenção um maior número de pessoas abaixo de 50 anos adoecendo mais e sendo internadas com a forma grave da doença. Isso tem ocorrido devido ao comportamento de risco, ou seja, pessoas que se expõem mais ao vírus, tanto no trabalho quanto em reuniões e encontros presenciais. 

Vacinação Covid-19 

Em Belo Horizonte, a população começou a ser vacinada contra a Covid no dia 19 de janeiro deste ano. Como as doses das vacinas chegam gradualmente aos municípios, a Prefeitura estabeleceu uma ordem de prioridade para que as pessoas do grupo de risco sejam imunizadas primeiro.  

A vacinação nos municípios segue o Plano Nacional de Imunização contra a Covid-19, definido pelo Ministério da Saúde, ampliando gradativamente o público-alvo. Até o dia 12 de maio, 30% do público prioritário da imunização em Belo Horizonte já havia recebido a primeira dose da vacina. 

A prevenção deve continuar 

Quando se trata de enfrentar uma doença altamente transmissível como a Covid-19, o comportamento humano pode ser tanto parte do problema quanto da solução.

Enquanto não há vacina para todos, aderir a medidas como distanciamento físico, uso correto da máscara cobrindo boca e nariz e higienização frequente de mãos e objetos continua sendo a principal forma de conter a disseminação da doença.

Essas medidas devem ser um hábito de todos, mesmo daqueles que já receberam uma ou duas doses da vacina. 

A exaustão após 14 meses de pandemia é inevitável, mas esses cuidados são necessários justamente para nos vermos livres dela o mais breve possível. 

Quer saber mais sobre como se prevenir contra a Covid-19 e quais os cuidados essenciais neste momento? A Unimed-BH tem uma série de conteúdos para ajudar você nessa missão. Veja aqui: Cuidados: como prevenir e Pandemia: como lidar

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